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Confira 3 curiosidades sobre a cerveja

Separamos 3 curiosidades sensacionais sobre a cerveja que você deveria saber.

Vamos lá…

1. Beber cerveja no copo ou na garrafa faz diferença?

Sim! Quando se bebe a cerveja direto na garrafa, a boca entra em contato com os vestígios de metal deixados pela tampa e isso interfere no sabor da bebida. Inclusive, uma dica para diminuir o gosto de metal que a cerveja pode apresentar é armazenar a garrafa sempre em pé, para que o líquido não entre em contato com a tampa metálica e o sabor não seja afetado.

2. Cerveja boa é cerveja com espuma?

Sim! A espuma desempenha um papel fundamental na cerveja. Ela é muito importante para uma melhor degustação da bebida.

A cerveja sem espuma pode ter defeito na fabricação, e também existem alguns fatores que podem interferir na produção da mesma, como a limpeza do copo, resíduos de detergente, gordura ou batom.

A espuma também ajuda a manter a cerveja gelada por mais tempo, pois evita que o líquido entre em contato com o ar.

3. Por que a garrafa de cerveja é tradicionalmente marrom?

Tem um motivo por ela ser dessa cor: o marrom da garrafa ajuda a proteger o líquido dos raios ultravioletas, além de preservar o sabor e o aroma da bebida.

Também existem garrafas verdes, criadas após a Segunda Guerra Mundial como sinal de qualidade para a cerveja, já que são produzidas com um lúpulo diferenciado, modificado industrialmente e, consequentemente, mais caro.

Entretanto, as garrafas de cor verde e até as de outras cores mais claras não protegem a cerveja da luz como as garrafas de cor marrom. Assim, independentemente da qualidade da cerveja, elas estão mais propícias a estragar com o tempo.

E aí curtiu essas curiosidades? Se você tiver alguma curiosidade que você queira compartilhar com a gente, deixe seu comentário nos campos abaixo.

E não se esqueça, aqui no Centro Gastronômico Recanto, temos vários tipos de cervejas para a sua apreciação.

10 curiosidades sobre a culinária japonesa

1 Temperos Tipicamente agridoce, a culinária japonesa faz uso de temperos como açúcar, vinagre, limão, shoyu e gengibre. Na preparação do arroz para o sushi, um tipo de vinagre especial é utilizado.

2 O arroz tipicamente utilizado nos pratos japoneses possui uma quantidade de amido maior do que o usado em pratos brasileiros. Com isso, após cozido, os grãos permanecem mais grudados, o que, por sua vez, facilita na h.

3 Cuidado com o shoyu, por mais saboroso que seja, não se empolgue tanto na hora de usar o molho. Os japoneses, por exemplo, consideram que colocar shoyu diretamente no arroz atrapalha na hora de saborear o prato.

4 Jeitinho brasileiro, apesar de não sermos os únicos, aqui no Brasil, nós temos a mania de incrementar os pratos com toques para lá de verde e amarelos. Não poderia ser diferente com a culinária japonesa, mas, para constar, o uso.

5 Salmão, para quem adora os pratos que incluem salmão fica aqui uma surpresa: ele nem sempre foi bem visto na culinária japonesa. Na verdade, ele não era nem visto. Apesar de os outros tipos de peixes sempre terem sido populares na alimentação, foram os noruegueses que apresentaram o salmão para os japoneses na década de 1980.

6 Todo temaki é um sushi, mas nem todo sushi é um temaki. Há uma imensa variedade quando o assunto é sushi. O temaki é uma delas. Sushi em formato de cone. Então, se você come temaki, pode dizer que come sushi, sim.

7 Melhor jeito de comer Diversos pratos japoneses que são apreciados com as mãos, como é o caso do sushi, aliás. Durante as refeições por lá, o garçom traz uma toalha quente e úmida, que permanece com o cliente o tempo todo para que ele possa ir limpando as mãos ao longo de toda a refeição. Em outros lugares do mundo, inclusive no Brasil, alguns restaurantes disponibilizam as toalhas, mas acabam retirando em algum momento, sem que o cliente fique com ela todo tempo.

8 O fato de a culinária japonesa ser rica em ômega 3, tipo de gordura conhecida como ácido graxo e ricamente encontrada em alimentos como peixes, por exemplo, ajuda no combate ao envelhecimento.

9 Pode fazer barulhinho, sim. Os japoneses consideram completamente aceitável fazer aquele som de sugar a sopa ou mesmo o macarrão. Em vez de ficar soprando o prato para esfriá-lo, eles sugam pequenas porções e comem alimento quentinho para aquecer o corpo.

10 A gastronomia japonesa tradicional é reconhecida pela ONU por conta de sua importância cultural. Além disso, segundo o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva,o Japão “é um modelo global de dieta saudável e tem o nível mais baixo de obesidade entre as nações desenvolvidas, menos de 4%”

Fonte: Noticias UOL

Curiosidades sobre o fondue, o prato mais lembrado no inverno

Com origem da região fronteira entre a França e a Suíça, o nome fondue vem do termo francês fondre (derreter) ou fundir. Uma das versões sobre a criação desse prato é que teria nascido durante a Segunda Guerra Mundial, quando os camponeses produtores de leite precisaram se alimentar da sua produção de queijo.

Para evitar a exposição ao frio das montanhas e aos perigos dos combates, eles derretiam queijos para fazer um creme, onde mergulhavam pedaços de pão para matar a fome.

Com o passar do tempo, essa arte de espetar o pão mergulhado no queijo derretido ganhou outros elementos e outros sabores, como o fondue de carne, por exemplo, que é frito em óleo quente, ou o popular fondue de chocolate com frutas, servido como sobremesa.

A fama do fondue se espalhou pelo mundo na década de 50, quando um chefe de restaurante em Nova Iorque, especializado em comida suíça, começou a servir o prato. Atualmente, é só esfriar um pouquinho que ele já está na mesa dos brasileiros! Quem mora em Teresópolis, por exemplo, o prato é encontrado facilmente nos restaurantes da cidade, deixando o clima das montanhas ainda mais aconchegante.

Se toda essa história aumentou sua curiosidade de saborear um delicioso fondue, venha até o Recanto do Fondue.
O valor do Rodízio de Fondue, de segunda à quinta, é R$ 59,90 (promoção válida por tempo limitado).